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As pretas: o caminho é meu, o caminho é delas!

Trago comigo (15)

As pretas: o caminho é meu, o caminho é delas!

Publicamos, da autoria de Sara Jona Laisse, o décimo quinto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Sara Laisse fala-nos de duas mulheres negras brasileiras: Ivone Lara e Nise da Silveira.

Não há catástrofes naturais

[Crónica da Europa]

Não há catástrofes naturais

Não há catástrofes naturais. Há fenómenos naturais com impactos sociais devastadores. Na madrugada de 28 de janeiro de 2026, a Kristin rasgou Portugal continental com rajadas para além de 170 km/h. Seguiu-se o rio atmosférico, depois as depressões Leonardo e Marta. 18 mortos, centenas de feridos e um rasto de destruição que continua. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Antes de apontar o dedo

[Entre Margens]

Antes de apontar o dedo

Há frases de Jesus que parecem simples até ao dia em que nos atingem pessoalmente. «Não julgueis, para não serdes julgados» (Mt 7,1). Sempre a escutei como um apelo à tolerância. Mas, ao reler o texto com atenção, percebi que não se trata apenas de tolerância, trata-se de uma conversão do olhar. [Texto de Dália Fernandes].

A Europa tem alma?

[Entre Margens]

A Europa tem alma?

Numa recente visita à casa e ao atelier da dinastia de editores Plantin-Moretus, em Antuérpia – ativos do século XVI ao final do século XIX – deparei-me, como um vendaval a irromper por uma janela aberta, com o rasto da alma europeia. [Texto de Dina Matos Ferreira].

‘b’ de boa vontade: um fogo de artifício ou fogo lento?

[Dicionário particular III]

‘b’ de boa vontade: um fogo de artifício ou fogo lento?

Deram-lhe o nome de Kristin, e foi a tempestade que atravessou o centro do país deixando um rasto de destruição que transformou a paisagem num cenário desolador. A resposta do povo português não se fez esperar: reagiu com a boa vontade visceral e a generosidade que o caracterizam. E nas primeiras horas, enquanto as entidades estatais tentavam comandar e coordenar as suas ações, o que vimos foi um país em movimento. [Texto de Júlia Costa].

Geração Esgotamento: de Salazar a Jung

[Entre Margens]

Geração Esgotamento: de Salazar a Jung

Dar uma de Dr. House da neurose millennial obriga a dar razões para o diagnóstico. Não dá para sair desse buraco maior que a mina escura e funda que era o trem da vida da Elis Regina na Romaria sem, pelo menos, ter uma estória de como chegamos aqui. A minha começa nesse lugar que cremos longínquo, o mundo emocional dos nossos avós ou bisavós. [Texto de Marta Saraiva].

“Le Boerenbond Belge”

[Livre Acesso]

“Le Boerenbond Belge”

Quando em 1981 Umberto Eco pronunciou, na Biblioteca Municipal de Milão, a conferência que daria origem ao livro A Biblioteca, já intuía os múltiplos desafios que a estas se colocariam até aos nossos dias. [Texto Rui Vasconcelos].

Não há catástrofes naturais

[Crónica da Europa]

Não há catástrofes naturais

Não há catástrofes naturais. Há fenómenos naturais com impactos sociais devastadores. Na madrugada de 28 de janeiro de 2026, a Kristin rasgou Portugal continental com rajadas para além de 170 km/h. Seguiu-se o rio atmosférico, depois as depressões Leonardo e Marta. 18 mortos, centenas de feridos e um rasto de destruição que continua. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Antes de apontar o dedo

[Entre Margens]

Antes de apontar o dedo

Há frases de Jesus que parecem simples até ao dia em que nos atingem pessoalmente. «Não julgueis, para não serdes julgados» (Mt 7,1). Sempre a escutei como um apelo à tolerância. Mas, ao reler o texto com atenção, percebi que não se trata apenas de tolerância, trata-se de uma conversão do olhar. [Texto de Dália Fernandes].

A Europa tem alma?

[Entre Margens]

A Europa tem alma?

Numa recente visita à casa e ao atelier da dinastia de editores Plantin-Moretus, em Antuérpia – ativos do século XVI ao final do século XIX – deparei-me, como um vendaval a irromper por uma janela aberta, com o rasto da alma europeia. [Texto de Dina Matos Ferreira].

‘b’ de boa vontade: um fogo de artifício ou fogo lento?

[Dicionário particular III]

‘b’ de boa vontade: um fogo de artifício ou fogo lento?

Deram-lhe o nome de Kristin, e foi a tempestade que atravessou o centro do país deixando um rasto de destruição que transformou a paisagem num cenário desolador. A resposta do povo português não se fez esperar: reagiu com a boa vontade visceral e a generosidade que o caracterizam. E nas primeiras horas, enquanto as entidades estatais tentavam comandar e coordenar as suas ações, o que vimos foi um país em movimento. [Texto de Júlia Costa].

Geração Esgotamento: de Salazar a Jung

[Entre Margens]

Geração Esgotamento: de Salazar a Jung

Dar uma de Dr. House da neurose millennial obriga a dar razões para o diagnóstico. Não dá para sair desse buraco maior que a mina escura e funda que era o trem da vida da Elis Regina na Romaria sem, pelo menos, ter uma estória de como chegamos aqui. A minha começa nesse lugar que cremos longínquo, o mundo emocional dos nossos avós ou bisavós. [Texto de Marta Saraiva].

“Le Boerenbond Belge”

[Livre Acesso]

“Le Boerenbond Belge”

Quando em 1981 Umberto Eco pronunciou, na Biblioteca Municipal de Milão, a conferência que daria origem ao livro A Biblioteca, já intuía os múltiplos desafios que a estas se colocariam até aos nossos dias. [Texto Rui Vasconcelos].

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