O Papa Francisco quer uma Igreja centrada em Deus e que olhe, “com misericórdia, para a humanidade”, não se preocupando com qualquer lógica “parlamentar” ou de “estratégias humanas, cálculos políticos ou batalhas ideológicas”. Por duas vezes – na homilia da missa da manhã e no discurso de abertura da assembleia sinodal, à tarde – o Papa insistiu na necessidade de respeitar as diferenças, caminhar juntos e fazer um exercício que dê “prioridade à escuta”.












