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Humanizar a Educação (em todos os sentidos)

Humanizar a Educação (em todos os sentidos)

“Todo o professor, seja qual for a sua especialidade, é acima de tudo um mestre de humanidade”. Esta frase de Georges Gusdorf, professor e filósofo francês, autor de um livro extraordinário que todos os professores deviam ler (Professores para quê?, Livraria Morais Editora, Lisboa, 1967), diz bem acerca do ideal a que qualquer professor deve aspirar, ao serviço da educação integral do ser humano, e não apenas do ensino em sentido estrito.

Humanizar a Educação (em todos os sentidos)

Humanizar a partir da educação integral

Neste artigo procurarei enunciar algumas ideias muito gerais acerca do que considero ser necessário para a humanização do Humano do ponto de vista da educação integral. Ou seja, para essa tarefa sempre inacabada de elevar o Humano à sua verdadeira dignidade, na liberdade e pela liberdade.

“Sede coreógrafos da dança da vida”, pondo a pessoa humana no centro

Papa aos estudantes da UCP

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Numa marcante e desafiadora alocução aos estudantes e à comunidade académica que esta quinta-feira, 3, fez na Universidade Católica Portuguesa, o Papa Francisco estabeleceu uma ponte entre a condição de peregrino do sentido e a de indagador/investigador do conhecimento e da verdade. Nesse diálogo, apelou aos académicos e futuros profissionais para não se deixarem levar por respostas fáceis a questões complexas, e tomarem as inquietações, descontentamentos e sede de futuro como sinal de vida, substituindo os medos pelos sonhos.

Tolentino Mendonça alerta para ditadura dos algoritmos

Cardeal em conferência

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O cardeal português José Tolentino Mendonça disse, na sede da Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa, que só uma “antropologia integral” pode defender a humanidade da ditadura do algoritmos. “Estamos no olho de uma tempestade e teremos de encontrar uma via de equilíbrio, que ainda não vemos claramente.”

É preciso “revalorizar” os professores e “repensar” os modelos de escola

Comissão Justiça e Paz apela

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“Não há tempo a perder”, alerta a Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP) numa nota divulgada esta segunda-feira, 22 de maio. “É preciso revalorizar ‘exteriormente’ e socialmente” os professores e “repensar seriamente modelos de escola e formatos didáticos e pedagógicos”, defende o organismo de leigos católicos ligado à Conferência Episcopal Portuguesa.

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As pretas: o caminho é meu, o caminho é delas!

Trago comigo (15)

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Publicamos, da autoria de Sara Jona Laisse, o décimo quinto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Sara Laisse fala-nos de duas mulheres negras brasileiras: Ivone Lara e Nise da Silveira.

Deus morreu em Auschwitz?

[Entre Margens]

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Muitos filósofos e teólogos questionaram-se sobre a possibilidade de continuar a falar de Deus após a catástrofe do holocausto. A tragédia humana de tal genocídio foi tão avassaladora que se tornava intolerável pensar em Deus dentro dos parâmetros que as tradições religiosas e filosóficas nos legaram. O silêncio de Deus fora demasiado impressionante (e comprometedor) para passar despercebido sem beliscar a imagem que dele temos. [Texto de Jorge Paulo].

Relatórios propõem leigos nas visitas ad limina e cuidado na aprovação de novos movimentos eclesiais

Grupos de estudo pós-Sínodo

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O bispo diocesano deve convocar o seu povo para que este participe na redação do relatório sobre a situação da diocese a enviar à Santa Sé antes da visita ad limina, na qual se deve fazer acompanhar por alguns leigos, e a clarificação dos critérios de aprovação das formas emergentes de associações de leigos ou de vida consagrada são algumas das recomendações dos relatórios dos Grupos de Estudo 6 e 7.

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